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CROCE ROSSA ITALIANA Protezione Civile Sale operative CRI – Metodo Augustus COC – COM- CCS – COP - DICOMAC Ing. Fabrizio Comodini – Delegato Vicario PC.

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1 CROCE ROSSA ITALIANA Protezione Civile Sale operative CRI – Metodo Augustus COC – COM- CCS – COP - DICOMAC Ing. Fabrizio Comodini – Delegato Vicario PC CRI Umbria – CTIR VdS

2 SIE - Presentazione SIE - Presentazione A l l i n d o m a n i d e l d i s a s t r o s o s i s m a c h e c o l p ì i l F r i u l i n e l m a g g i o d e l p r o v o c a n d o q u a s i m o r t i, l a C r o c e R o s s a I t a l i a n a, c o n l o s c o p o d i c o o r d i n a r e a l m e g l i o i s u o i i n t e r v e n t i i n c a s o d i g r a v i c a l a m i t à, i s t i t u ì c o n o r d i n a n z a P r e s i d e n z i a l e n ° d e l 1 7 d i c e m b r e l U f f i c i o E m e r g e n z a d e l l A s s o c i a z i o n e, t r a i q u a l i c o m p i t i f i g u r a v a a n c h e q u e l l o d i s t u d i a r e l e m o d a l i t à d i i n t e r v e n t o i n e m e r g e n z a p i ù c o n s o n e e d e f f i c i e n t i a l l e t r a d i z i o n i e d a l l e r e a l i p o s s i b i l i t à o p e r a t i v e d e l l a C R I. L U f f i c i o E m e r g e n z e d e l l a C R I, p e r i l t r a m i t e d e i l a v o r i d i u n a p p o s i t a C o m m i s s i o n e d i s t u d i o, d i c u i v e n n e r o c h i a m a t i a f a r p a r t e a n c h e r a p p r e s e n t a n t i d e l M i n i s t e r o d e l l a D i f e s a, d e l l I n t e r n o e d e l l a S a n i t à, p r o p o s e l a t t u a z i o n e d i u n S i s t e m a I n t e r v e n t i d i S o c c o r s o d e l l a C R I, l a c u i i s t i t u z i o n e v e n i v a f o r m a l m e n t e a p p r o v a t a c o n D e l i b e r a d e l C o n s i g l i o D i r e t t i v o N a z i o n a l e n ° d e l 2 3 o t t o b r e T a l e s i s t e m a I n t e r v e n t i d i S o c c o r s o d e l l a C R I, p e r l a p r i m a v o l t a, p r e v e d e v a p e r f r o n t e g g i a r e e g e s t i r e l e e m e r g e n z e d i p r o t e z i o n e c i v i l e, l i s t i t u z i o n e d i a p p o s i t i C e n t r i O p e r a t i v i d i E m e r g e n z a d a l o c a l i z z a r e a F a r a S a b i n a ( R I ), V e r o n a, B a r i, C a g l i a r i e P a l e r m o, d o t a t i d i m e z z i, a t t r e z z a t u r e e d u n a s t r u t t u r a o r g a n i c a d i b a s e d i p e r s o n a l e f o r m a t a d a m i l i t a r i, v o l o n t a r i n o n c h é u n a l i q u o t a d i p e r s o n a l e c i v i l e d e l l A s s o c i a z i o n e. I n t a l e r i o r d i n o l U f f i c i o E m e r g e n z e v e n i v a c o n g l o b a t o n e l S e r v i z i o A t t i v i t à S o c i o a s s i s t e n z i a l i, c u i e r a a f f i d a t a l a d i r e z i o n e e d i l c o o r d i n a m e n t o d e l l e a t t i v i t à d i e m e r g e n z a d i t u t t a l A s s o c i a z i o n e. A l l e d i p e n d e n z e f u n z i o n a l i e d o p e r a t i v e d e l l U f f i c i o E m e r g e n z a v i e r a n o i C e n t r i O p e r a t i v i E m e r g e n z a, ( a t t u a l m e n t e d e n o m i n a t i C. I. E., o v v e r o C e n t r i i n t e r v e n t i d i E m e r g e n z a ), i q u a l i f u r o n o i s t i t u i t i m a n m a n o c h e s i r e n d e v a n o d i s p o n i b i l i l e s e d i e l e r e l a t i v e d o t a z i o n i i n m e z z i, m a t e r i a l i e p e r s o n a l e. S i d a l l i n i z i o, e s s i a v e v a n o l o s c o p o d i f o r n i r e i l n e c e s s a r i o s u p p o r t o n a z i o n a l e a l l e U n i t à p e r i f e r i c h e C R I i n c a s o d i g r a v i c a l a m i t à o s i t u a z i o n i d i E m e r g e n z a, s e m p r e s o t t o i l c o o r d i n a m e n t o d e l r e l a t i v o S e r v i z i o. P e r q u a n t o r i g u a r d a i n v e c e i l c o o r d i n a m e n t o d e l l e U n i t à p e r i f e r i c h e C R I i n c a s o d i e m e r g e n z a e l o r g a n i z z a z i o n e e l a g e s t i o n e d e g l i i n t e r v e n t i a l i v e l l o l o c a l e, f u e m a n a t a l O r d i n a n z a C o m m i s s a r i a l e n ° d e l 1 0 a p r i l e , c o n c u i p e r l a p r i m a v o l t a v e n g o n o i m p a r t i t e d i r e t t i v e s u l l o r g a n i z z a z i o n e t e r r i t o r i a l e d e l l A s s o c i a z i o n e p e r f a r f r o n t e a l l e e m e r g e n z e. S u c c e s s i v a m e n t e, c o n O r d i n a n z a C o m m i s s a r i a l e n ° d e l 1 5 l u g l i o v i e n e r i v i s t a l a s t r u t t u r a d e i C e n t r i O p e r a t i v i E m e r g e n z a, v e n g o n o a s s e g n a t i i n u m e r i o r d i n a t i v i a g l i s t e s s i e, p e r l a p r i m a v o l t a, v i e n e s t a b i l i t a l a p i a n t a o r g a n i c a d e l p e r s o n a l e m i l i t a r e a d d e t t o a g l i s t e s s i, c h e v i e n e f i s s a t a i n n ° e l e m e n t i. A l t r o p a s s o d i r i l e v o n e l l a s t o r i a d e l S e r v i z i o E m e r g e n z e f u q u e l l o s t a b i l i t o d a l l a O r d i n a n z a C o m m i s s a r i a l e n ° d e l 1 8 m a g g i o , c h e d a l l u n i o n e d e l S e r v i z i o A f f a r i G e n e r a l i c o n l U f f i c i o E m e r g e n z e, a s u a v o l t a s c o r p o r a t o d a l S e r v i z i o A t t i v i t à S o c i o A s s i s t e n z i a l i, i s t i t u ì i l S e r v i z i o A f f a r i G e n e r a l i e p e r g l i i n t e r v e n t i d i E m e r g e n z a ( S. A. G. E. ) e n e p r e v i d e p e r l a p r i m a v o l t a l a s u a p r e c i s a a r t i c o l a z i o n e n e i v a r i u f f i c i. G l i U f f i c i d e l l a r e a e m e r g e n z a d e l S. A. G. E. f u r o n o i n d i v i d u a t i n e l l U f f i c i o C e n t r a l e S o c c o r s i, n e l l U f f i c i o C o o r d i n a m e n t o C C. O O. E. e n e l l U f f i c i o P r o c i v i l p i a n i, o g n u n o c o n f u n z i o n i, c o m p e t e n z e e d a t t r i b u z i o n i b e n p r e c i s e p r e v i s t i d a l l a c i t a t a O r d i n a n z a C o m m i s s a r i a l e n ° d e l 1 8 m a g g i o Allindomani del disastroso sisma che colpì il Friuli nel maggio del 1976 provocando quasi 1000 morti, la Croce Rossa Italiana, con lo scopo di coordinare al meglio i suoi interventi in caso di gravi calamità, istituì con ordinanza Presidenziale n°1433 del 17 dicembre 1077 lUfficio Emergenza dellAssociazione, tra i quali compiti figurava anche quello di studiare le modalità di intervento in emergenza più consone ed efficienti alle tradizioni ed alle reali possibilità operative della CRI. LUfficio Emergenze della CRI, per il tramite dei lavori di unapposita Commissione di studio, di cui vennero chiamati a far parte anche rappresentanti del Ministero della Difesa, dellInterno e della Sanità, propose lattuazione di un Sistema Interventi di Soccorso della CRI, la cui istituzione veniva formalmente approvata con Delibera del Consiglio Direttivo Nazionale n°613 del 23 ottobre S.I.E. – SERVIZIO INTERVENTI EMERGENZA

3 Tale sistema Interventi di Soccorso della CRI, per la prima volta, prevedeva per fronteggiare e gestire le emergenze di protezione civile, listituzione di appositi Centri Operativi di Emergenza da localizzare a Fara Sabina (RI), Verona, Bari, Cagliari e Palermo, dotati di mezzi, attrezzature ed una struttura organica di base di personale formata da militari, volontari nonché unaliquota di personale civile dellAssociazione. In tale riordino lUfficio Emergenze veniva conglobato nel Servizio Attività Socio assistenziali, cui era affidata la direzione ed il coordinamento delle attività di emergenza di tutta lAssociazione. Alle dipendenze funzionali ed operative dellUfficio Emergenza vi erano i Centri Operativi Emergenza, (attualmente denominati C.I.E., ovvero Centri interventi di Emergenza), i quali furono istituiti man mano che si rendevano disponibili le sedi e le relative dotazioni in mezzi, materiali e personale. Si dallinizio, essi avevano lo scopo di fornire il necessario supporto nazionale alle Unità periferiche CRI in caso di gravi calamità o situazioni di Emergenza, sempre sotto il coordinamento del relativo Servizio. S.I.E. – C.O.E. CENTRI OPERATIVI EMERGENZA

4 Per quanto riguarda invece il coordinamento delle Unità periferiche CRI in caso di emergenza e lorganizzazione e la gestione degli interventi a livello locale, fu emanata lOrdinanza Commissariale n°4653 del 10 aprile 1986, con cui per la prima volta vengono impartite direttive sullorganizzazione territoriale dellAssociazione per far fronte alle emergenze. Successivamente, con Ordinanza Commissariale n°4992 del 15 luglio 1986 viene rivista la struttura dei Centri Operativi Emergenza, vengono assegnati i numeri ordinativi agli stessi e, per la prima volta, viene stabilita la pianta organica del personale militare addetto agli stessi, che viene fissata in n°114 elementi. Altro passo di rilevo nella storia del Servizio Emergenze fu quello stabilito dalla Ordinanza Commissariale n°1302 del 18 maggio 1990, che dallunione del Servizio Affari Generali con lUfficio Emergenze, a sua volta scorporato dal Servizio Attività Socio Assistenziali, istituì il Servizio Affari Generali e per gli interventi di Emergenza (S.A.G.E.) e ne previde per la prima volta la sua precisa articolazione nei vari uffici. Gli Uffici dellarea emergenza del S.A.G.E. furono individuati nellUfficio Centrale Soccorsi, nellUfficio Coordinamento CC.OO.E. e nellUfficio Procivilpiani, ognuno con funzioni, competenze ed attribuzioni ben precise previsti dalla citata Ordinanza Commissariale n°1302 del 18 maggio S.I.E. – C.O.E. – S.A.G.E.

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14 UNITA DI CRISI COMITATO CENTRALE DIRIGENTE 2° SERVIZIO INTERVENTI DI EMERGENZA (mette in atto le direttive dellunita di crisi) per il tramite della SALA OPERATIVA CENTRALE

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20 SALA OPERATIVA REGIONALE

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22 SALA OPERATIVA PROVINCIALE

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24 SALA OPERATIVA LOCALE

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26 Protocolli Operativi C.R.I. CHI CHE COSA Delegato P.C. Resp.le Sala Operativa Resp.le Funzione 1 Resp.le Logistica Resp.le Magazzino Unità di Crisi

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28 ANALOGAMENTE LA STESSA STRUTTURA SI RIPETE A LIVELLO PROVINCIALE E LOCALE

29 Pianificazione e gestione delle Emergenze: il Metodo AUGUSTUS

30 Obiettivi formativi Limportanza ed il significato della pianificazione Lo schema di un piano Come si pianifica secondo AUGUSTUS Principi di gestione delle emergenze

31 Il valore della pianificazione diminuisce con la complessità dello stato delle cose Ottaviano Augusto

32 Pianificazione Per pianificazione vengono identificate tutte le attività svolte preventivamente per il raggiungimento di un obiettivo. Oggi la pianificazione si impernia su due concetti fondamentali: SEMPLICITA e FLESSIBILITA

33 Perché pianificare? Pianificare deriva dalla necessità di attivare le risorse presenti (persone, mezzi, materiali) in maniera sinergica per rispondere allemergenza, qualsiasi essa sia!

34 LINEE GUIDA UNITARIE FLESSIBILI – secondo i rischi presenti sul territorio SEMPLIFICATE – rispetto alle individuazioni e attivazioni delle procedure per coordinare con efficacia la risposta di protezione civile

35 Lo studio di un piano Il Piano di emergenza deve recepire: 1. Programmi di Previsione e Prevenzione; 2. Informazioni relative a: a. processi fisici che causano le condizioni di rischio e relative valutazioni, b. precursori, c. eventi, d. scenari, e. risorse disponibili.

36 La struttura di un piano 1. Parte generale: Si raccolgono tutte le informazioni relative alla conoscenza del territorio, alle reti di monitoraggio presenti, alla elaborazione degli scenari di rischio.

37 La struttura di un piano 2. Lineamenti della pianificazione: Si individuano gli obiettivi da conseguire, per dare una adeguata risposta di P.C. ad una qualsiasi emergenza.

38 La struttura di un piano 3. Modello di intervento: Si assegnano le responsabilità nei vari livelli di comando e controllo per la gestione delle emergenze di P.C.; si realizza il costante scambio di informazioni nel sistema centrale e periferico di P.C.; si utilizzano le risorse in maniera razionale.

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40 C C S Centro Coordinamento Soccorsi: organo di coordinamento, ove si individuano le strategie generali di intervento.

41 S O P Sala Operativa Provinciale: ove si raccolgono le esigenze di soccorso e si risponde secondo le indicazioni del CCS

42 COM & COC Centro Operativo Misto: struttura decentrata del coordinamento Provinciale per svolgere la direzione unitaria dei servizi di emergenza coordinandoli a livello provinciale. Centro Operativo Comunale: direzione ed il coordinamento dei servizi di soccorso e di assistenza alla popolazione colpita

43 Successo di una operazione di PC Direzione unitaria: La direzione unitaria delle operazioni di emergenza si esplica attraverso il coordinamento di un sistema complesso e non in una visione settoriale dellintervento.

44 Successo di una operazione di PC Comunicazione: Costante scambio di informazioni fra il sistema centrale e periferico nellambito del SNPC

45 Successo di una operazione di PC Risorse: Utilizzo razionale e tempestivo delle risorse realmente disponibili e della reperibilità degli uomini e dei mezzi adatti allintervento.

46 Dati di base Cartografia Popolazione Scenari degli eventi attesi: Alluvioni Frane Dighe Rischio sismico Rischio industriale Rischio vulcanico Aree di emergenza Indicatori di evento e risposte del Sistema provinciale di protezione civile

47 Lineamenti della Pianificazione secondo Augustus Coordinamento operativo provinciale Salvaguardia della popolazione Rapporti tra le Istituzioni locali e nazionali per la continuità amministrativa e il supporto allattività di emergenza Informazione alla popolazione La salvaguardia del sistema produttivo Ripristino della viabilità e dei trasporti Funzionalità delle telecomunicazioni Funzionalità dei servizi essenziali (Elettricità, Acqua, Gas, ecc.) Censimento e salvaguardia dei Beni Culturali Modulistica per il censimento dei danni a persone e cose Relazione giornaliera per le Autorità centrali e conferenza stampa Struttura dinamica del piano provinciale: aggiornamento dello scenario ed esercitazioni

48 Le 14 Funzioni 1 - TECNICA E DI PIANIFICAZIONE Questa funzione comprende i Gruppi Nazionali di ricerca ed i Servizi Tecnici nazionali e locali. Il referente sarà il rappresentante del Servizio Tecnico del comune o del Genio Civile o del Servizio Tecnico Nazionale, prescelto già in fase di pianificazione; dovrà mantenere e coordinare tutti i rapporti tra le varie componenti scientifiche e tecniche per linterpretazione fisica del fenomeno e dei dati relativi alle reti di monitoraggio.

49 Le 14 Funzioni 2 - SANITÀ, ASSISTENZA SOCIALE E VETERINARIA Saranno presenti i responsabili del Servizio Sanitario locale, la C.R.I., le Organizzazioni di volontariato che operano nel settore sanitario. In linea di massima il referente sarà il rappresentante del Servizio Sanitario Locale.

50 Le 14 Funzioni 3 - MASS-MEDIA ED INFORMAZIONE La sala stampa dovrà essere realizzata in un locale diverso dalla Sala Operativa. Sarà cura delladdetto stampa stabilire il programma e le modalità degli incontri con i giornalisti. Per quanto concerne linformazione al pubblico sarà cura delladdetto stampa, coordinandosi con i sindaci interessati, procedere alla divulgazione della notizia per mezzo dei mass- media.

51 Le 14 Funzioni 4 - VOLONTARIATO I compiti delle Organizzazioni di volontariato, in emergenza, vengono individuati nei piani di protezione civile in relazione alla tipologia del rischio da affrontare, alla natura ed alla specificità delle attività esplicate dalle Organizzazioni e dai mezzi a loro disposizione. Pertanto, in Sala Operativa, prenderà posto il coordinatore indicato nel piano di protezione civile che avrà il compito di mantenere i rapporti con la consulta provinciale per il volontariato.

52 Le 14 Funzioni 5 - MATERIALI E MEZZI La funzione di supporto in questione è essenziale e primaria per fronteggiare una emergenza di qualunque tipo. delle risorse alla concezione di disponibilità delle risorse. Si tratta di avere un quadro delle risorse suddivise per aree di stoccaggio. Per ogni risorsa si deve prevedere il tipo di trasporto ed il tempo di arrivo nellarea dellintervento. Alla gestione di tale funzione concorrono i materiali e mezzi comunque disponibili. Nel caso in cui la richiesta di materiali e/o mezzi non possa essere fronteggiata a livello locale, il coordinatore rivolgerà richiesta a livello centrale.

53 Le 14 Funzioni 6 - TRASPORTO, CIRCOLAZIONE E VIABILITA La funzione riguardante il trasporto è strettamente collegata alla movimentazione dei materiali, al trasferimento dei mezzi, ad ottimizzare i flussi lungo le vie di fuga ed al funzionamento dei cancelli di accesso per regolare il flusso dei soccorritori. Per quanto concerne la parte relativa allattività di circolazione e viabilità il coordinatore è normalmente il rappresentante della Polstrada o suo sostituto; concorrono per questa attività, oltre alla Polizia Stradale, i Carabinieri ed i Vigili Urbani: i primi due per il duplice aspetto di Polizia giudiziaria e di tutori della legge e gli altri per lindiscussa idoneità nella gestione della funzione in una emergenza a carattere locale.

54 Le 14 Funzioni 7 - TELECOMUNICAZIONI Questa funzione dovrà, di concerto con il responsabile territoriale delle aziende di telecomunicazioni, con il responsabile provinciale P.T. con il rappresentante dellassociazione di radioamatori presente sul territorio, organizzare una rete di telecomunicazione alternativa affidabile anche in caso di evento di notevole gravità. Il responsabile di questa funzione è normalmente un esperto di telecomunicazioni.

55 Le 14 Funzioni 8 - SERVIZI ESSENZIALI In questa funzione prenderanno parte i rappresentanti di tutti i servizi essenziali erogati sul territorio coinvolto. Mediante i Compartimenti Territoriali e le corrispondenti sale operative nazionali o regionali deve essere mantenuta costantemente aggiornata la situazione circa lefficienza e gli interventi sulla rete. Lutilizzazione del personale addetto al ripristino delle linee e/o delle utenze è comunque coordinata dal rappresentante dellEnte di gestione presente nella funzione.

56 Le 14 Funzioni 9 - CENSIMENTO DANNI Leffettuazione del censimento dei danni a persone e cose riveste particolare importanza al fine di fotografare la situazione determinatasi a seguito dellevento calamitoso per determinare sulla base dei risultati riassunti in schede riepilogative gli interventi demergenza.

57 Le 14 Funzioni 10 - STRUTTURE OPERATIVE S.a.R. Il responsabile della suddetta funzione, dovrà coordinare le varie strutture operative presenti presso il CCS e i COM: Corpo Nazionale dei Vigili del Fuoco Forze Armate Forze dellOrdine Corpo Forestale dello Stato Servizi Tecnici Nazionali Gruppi Nazionali di Ricerca Scientifica Croce Rossa Italiana Strutture del Servizio sanitario nazionale Organizzazioni di volontariato Corpo Nazionale di soccorso alpino

58 Le 14 Funzioni 11 - ENTI LOCALI In relazione allevento il responsabile della funzione dovrà essere in possesso della documentazione riguardante tutti i referenti di ciascun Ente ed Amministrazioni della zona interessata allevento. Si dovranno anche organizzare gemellaggi fra le Amministrazioni comunali colpite, le municipalizzate dei comuni o delle regioni che portano soccorso per il ripristino immediato dei servizi essenziali (riattivazione delle discariche, acquedotto, scuole, servizi vari etc.).

59 Le 14 Funzioni 12 - MATERIALI PERICOLOSI Lo stoccaggio di materiali pericolosi, il censimento delle industrie soggette a notifica e a dichiarazione o altre attività pericolose che possono innescare ulteriori danni alla popolazione dopo un evento distruttivo di varia natura, saranno preventivamente censite e per ognuno studiato il potenziale pericolo che può provocare alla popolazione.

60 Le 14 Funzioni 13 - ASSISTENZA ALLA POPOLAZIONE Per fronteggiare le esigenze della popolazione che a seguito dellevento calamitoso risultano senza tetto o soggette ad altre difficoltà, si dovranno organizzare in loco delle aree attrezzate per fornire i servizi necessari. Dovrà presiedere questa funzione un funzionario dellEnte amministrativo locale in possesso di conoscenza e competenza in merito al patrimonio abitativo, alla ricettività delle strutture turistiche (alberghi, campeggi etc.) ed alla ricerca e utilizzo di aree pubbliche e private da utilizzare come aree di ricovero della popolazione. Per quanto concerne laspetto alimentare si dovrà garantire un costante flusso di derrate alimentari, il loro stoccaggio e la distribuzione alla popolazione assistita. Si dovranno anche censire a livello nazionale e locale le varie aziende di produzione e/o distribuzione alimentare.

61 Le 14 Funzioni 14 - COORDINAMENTO CENTRI OPERATIVI Il coordinatore della Sala Operativa che gestisce le 14 funzioni di supporto, sarà anche responsabile di questa funzione in quanto dovrà conoscere le operatività degli altri centri operativi dislocati sul territorio al fine di garantire nellarea dellemergenza il massimo coordinamento delle operazioni di soccorso razionalizzando risorse di uomini e materiali.


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